Making PRSP Inclusive
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4.8.1 O papel das ONGs internacionais vs. legitimidade das OPDs nacionais

Os três primeiros estudos de caso foram relatados basicamente do ponto de vista dos quadros da Handicap International. Eles assumiram posições próprias no tocante à assistência técnica e financeira, mas geralmente trataram de não dominar o processo. Além disso, faltava-lhes legitimidade para definir as políticas nacionais, principalmente em Honduras e Bangladesh, onde, de qualquer modo, a sua influência direta já era limitada. Por outro lado, as ONGs ou OPDs locais muitas vezes não têm os recursos e competências necessárias para intervir. A pressão do tempo é enorme nos processos PRSP, de modo que a possibilidade de realizar um processo participativo com grupos interessados locais ou mesmo de fortalecer suas capacidades é extremamente limitada, a menos que sejam capazes de encontrar aliados fortes. Essas experiências indicam que as ONGs internacionais podem exercer um papel muito eficiente como “abridoras de portas” no processo PRS, mas devem evitar ser a agência líder.    

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